Relembre os 12 melhores vilões de Rubén Aguirre

No dia em que lamentamos a morte de Rubén Aguirre, intérprete do professor Girafales, selecionei outros personagens com os quais o ator nos divertiu nos episódios de Chapolin. São eles:

1. Porca Solta (um louco que escapou do manicômio e por isso agride todos aqueles que falam perto dele)

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2. Nenê (também chamado de Shory, é um bandido que aparece em alguns episódios junto de Tripa-Seca e Tonhão)

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3. Poucas Trancas (criminoso capturado pela união de Chapolin e Super Sam)

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4. Matadouro (também chamado de Malote, é o pirata mais cruel depois de Alma Negra)

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5. Shory Ventrilouco (golpista que manipula o Boneco Sinforoso)

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6. Pancho (robô criado para serviços domésticos)

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7. Cientista Louco (sonhava em fazer o transplante de cérebros)

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8. Gigante (aparece na encosta do precipício da cabana para pegar Chapolin)

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9. Symbato Yamasaki (carateca que luta com Chapolin no episódio do honorável medidor de luz)

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10. Falsa Múmia (queria dar um susto na guia do museu como vingança por ela ter rompido o noivado)

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11. Árabe (guia turístico que impede a entrada de Chapolin na pirâmide)

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12. Mercenário (golpista que se passa por tio para tentar arranjar um casamento milionário)

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O comercial infantil mais apelativo da história

O comercial das tesourinhas do Mickey foi o mais insuportável da publicidade brasileira. Refiro-me a esse menino que, em 1992, repetia insistentemente: “eu tenho, você não tem”.

Poucos lembram, mas a campanha foi logo retirada do ar devido às queixas de telespectadores ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR). Alegavam, e com razão, que era muita covardia contra as crianças.

De um lado, pequenos com a sensação de inferioridade com relação aos demais que tinham a tesoura. De outro, pais que se sentiam coagidos a comprá-la.

Mesmo assim, o comercial ficou tempo suficiente para virar um bordão lembrado até hoje, assim como a vontade de mandar o guri enfiar a maldita tesoura naquele lugar.

Numa aula de educação artística, um coleguinha apareceu com a tal tesoura. Ele repetia sem parar a frase do comercial. Além de se exibir, não deixava que ninguém tocasse naquela preciosidade.

– Eu tenho, você não tem. Eu tenho, você não tem.

Fiz de conta que não dei importância e me concentrei na tarefa que a professora pediu. No final, tirei dez e ele amargou um seis. Não tive dúvida, peguei a folha, olhei para ele, apontei para a minha nota e comecei:

– Eu tenho, você não tem. Eu tenho, você não tem



Álbuns de figurinhas voltaram com tudo em 2016

As figurinhas do Campeonato Brasileiro 2016 estão nas bancas. Quase comprei, afinal, para quem gosta de futebol, é uma diversão que independe da idade. No entanto, o ano promete levar os colecionadores à falência.

Isso porque a Panini lançou também o álbum da Copa América e o da Eurocopa. É quase como uma edição da Copa do Mundo dividida em duas.

Para completar, a novidade inédita no Brasil: o colecionável dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Na capa, aparecem Marta, Anderson Varejão e Daniel Dias.

A coleção reúne 374 cromos oficiais da competição que representam, além de 240 atletas, os símbolos oficiais, as tochas, os ícones de cada modalidade, os mascotes Vinicius e Tom e as arenas.

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A lição do Playmobil do circo

Você lembra de algum brinquedo que sempre desejou e nunca ganhou? A minha grande frustração da infância foi não ter tido o circo do Playmobil.

Custava o equivalente a 500 reais. Vinha com picadeiro, animais, domadores, banda, público. Uma caixa enorme e pesada. Separadamente, ainda se podia comprar palhaços e mais atrações para abrilhantar o espetáculo.

O Playmobil era a sensação. Quem fabricava era a empresa Trol, que faliu e passou a marca para a Estrela. Saiu das prateleiras em 1999. Atualmente, o Brasil importa os bonequinhos da Alemanha e da Argentina.

No entanto, gostaria de fazer uma ressalva. O Playmobil segue sendo vendido nas prateleiras para os pequenos acima de quatro anos. Errado! Deveria estar numa seção direcionada às “crianças” com mais de 30.

Hoje em dia, percebo que não ter ganho o circo foi até bom. Crianças precisam ter limites e aprender que nem sempre se pode receber tudo de mão beijada.

A maior lição eu aprendi com esses simpáticos bonequinhos. Chamo-a de teoria do Playmobil, segundo a qual nada que aconteça irá tirar o sorriso do meu rosto!


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