Pica-Pau vira filme e com atriz brasileira

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Desde a década de 40, o Pica-Pau diverte as crianças. Em outubro de 2017, o pássaro está de volta e na versão cinematográfica.

A Universal Pictures anunciou que as filmagens já começaram em Vancouver, no Canadá. Pica-Pau vai contracenar com atores reais, entre eles Thaila Ayala, que será Brittany, namorada do vigarista Lance Walters (Timothy Omundson).

A sinopse é simples e lembra os antigos desenhos do personagem. Lance estará determinado a construir a casa dos sonhos, mas, para isso, terá que derrubar a casa de Pica-Pau em uma luta que não será fácil.

A foto acima é da nova versão. Espero que a dublagem seja marcante como foram as de Olney Cazarre e Garcia Júnior, que marcaram a nossa infância.



Lâmpada incandescente deixa de ser vendida

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Mais um produto virou peça de museu. A partir de agora, saem de cena as lâmpadas incandescentes. A venda está proibida em todo o Brasil.

O motivo é justíssimo: economia. A transição acontece há alguns anos, uma vez que as fluorescentes e as de LED já ganham destaque nas casas. No entanto, a velha incandescente de 60W aparece em 70% dos lares.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux), as fluorescentes economizam cerca de 70 a 80% de energia para produzir o mesmo volume de luz e têm uma vida de 6 a 10 vezes maior do que a incandescente. As de LED têm uma eficiência de 80 a 90% superior às incandescentes e uma vida de 25 a 30 vezes maior.

Trocar as lâmpadas pode render R$ 520 a menos na conta de luz em um ano. Ou seja, chegou o momento do apagar das luzes incandescentes.



O programa adulto preferido da criançada

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O erotismo na televisão brasileira ainda se apresentava de forma discreta na virada para a década de 90. Quem quisesse ver peitinhos ou rabicós precisava ficar acordado até bem tarde. A Band exibia o Cinê Privê; o SBT, o Cocktail.

Em nível máximo de safadeza e canastrice, Luiz Carlos Miele conduzia o programa acompanhado das garotas tim-tim. Cada uma simbolizava uma fruta. Engana-se quem pensa que mulher fruta é invenção recente. Cocktail estreou em 1991 e ficou no ar por apenas um ano.

Como a maioria das crianças da época, assistia escondido. Fingia que ia dormir e ligava bem baixinho a minha Telefunken. Eu tinha apenas 9 anos e pouco me importava se as mulheres eram tias demais para mim.

Cocktail é a versão do italiano Colpo Grosso e gerou polêmica quando foi lançado. Na intervalo, rodava a vinheta: “tutti-frutti, tutti-frutti, tutti-frutti” e tcharãn: as meninas desabotoavam a roupa e exibiam suas encurvaduras jamais siliconadas, uma vantagem da época.

O programa conseguia distinguir a sensualidade da pornografia. De tempos para cá, ficou possível notar seios à mostra a qualquer hora do dia e, na maioria das vezes, com vulgaridade.

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O Word da nossa época

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Em tempos nos quais não se dispunha de computadores e impressoras, havia uma técnica para padronizar a escrita e evitar garranchos ilegíveis: o estêncil. Gabarito de letras, para os íntimos.

Eram fôrmas de todo o alfabeto, muito usadas para elaborar cartazes. Ao preencher os espaços vazios, formavam-se as palavras. Item facilmente encontrado nas lojas de material de escritório.

Costumávamos fazer a capa dos trabalhos escolares com tais estênceis. Um capricho só. De tanto usar, sobretudo como brinquedo, algumas letrinhas foram desaparecendo. Perdi as letras A e M. Percebi o sumiço quando precisei montar um “TRABALHO DE MATEMÁTICA”.

Todos sabíamos a solução mais simples. Já que faltava o A, usava o V ao contrário. O mesmo truque servia para o M, que bastava riscar o W invertido. Não ficava igual, porém quebrava o galho.

Trabalho em grupo? Eu sempre largava na frente: “deixa que eu faço a capa!”.


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