Por que torço tanto pelo vôlei feminino do Brasil?

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É fácil adquirir simpatia pelas jogadoras da Seleção Brasileira de Vôlei. Além de tudo, é moleza torcer por bicampeãs olímpicas que jogam com garra e enchem os olhos dos torcedores. A dor maior, porém, estava em 1996.

Assim como agora, eu assistia às partidas dos Jogos Olímpicos de Atlanta. Ana Moser, Márcia Fu, Virna, Ana Flávia, Leila, Ana Paula, Fernanda Venturini, Fofão, Ida (que, segundo a Playboy, era melhor do que a volta) e turma davam show em quadras americanas. Até que vieram as cubanas.

Na semifinal, aquelas chatinhas botavam a bola no chão e vibravam de frente para a rede. O sangue das brasileiras foi subindo. A cada jogada, uma provocação. Até que o ponto final de Cuba fez Mireya Luis explodir numa comemoração ainda mais debochada e até raivosa.

A confusão se criou. Ana Moser apontou o dedo na cara daquela que é considerada a maior jogadora de vôlei de todos os tempos. Márcia Fu tentou invadir o lado da quadra cubano para colocar as adversárias no devido lugar. Mais adiante, arremessou uma toalha na cara de uma delas.

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Aquela derrota no tiebreak feriu não só as atletas como também o Brasil, que abraçou aquelas guerreiras, assim como nos insucessos de Sidney 2000 e Atenas 2004. Todos esses machucados foram curados com as medalhas de ouro em Pequim 2008 e Londres 2012.

No entanto, em pleno Rio 2016, quando vejo as meninas brasileiras em quadra, lembro daquela partida de 1996. Noto o talento e o amadurecimento de um grupo que mantém o nosso país no lugar onde merece e que ninguém jamais voltará a debochar. Tem que respeitar essas gurias, brother!

Estamos com vocês, Léia, Fabiana, minha conterrânea Fê Garay, Scheila, Jaque, Thaisa, Juciely, Dani Lins, Fabíola, Gabi, Adenízia e Natália. Rumo ao tri, afinal, nosso orgulho e nosso amor vocês já conquistaram.

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Guri de Uruguaiana põe à venda Opala ano 1970

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Uma relíquia por si só. Mais ainda em razão de estar em perfeito estado e com tudo novinho. Quem gostaria de comprar o Opala do Guri de Uruguaiana?

A caranga azul da Chevrolet tem motor 2.5 original e zerado, câmbio (em cima) de três marchas, ar condicionado e placa preta IFP 0535. É preciso tirar da guaiaca pelo menos R$ 50 mil, valor que o ator investiu nele.

O próprio personagem interpretado por Jair Kobe é quem fará a entrega. As propostas podem ser feitas pelo site oficial do Guri de Uruguaiana.

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Você colecionou os ioiôs da Coca-Cola?

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Não vejo crianças brincando com ioiôs em nenhum lugar. Vou além. Não encontro sequer lojas que os vendem. Nos anos 80, coube à Coca-Cola resgatar essa mania.

Foram lançados ioiôs de todas as marcas da companhia. Nunca consegui fazer a coleção, mas deslizei o verde do guaraná Taí por muitos anos. Era preciso juntar 5 tampinhas e mais alguns cruzeiros para trocar pelos ioiôs.

O mais barato era o Profissional, com laterais brancas. Havia também o modelo Super, de laterais transparentes, o mais cobiçado. O objetivo era o mesmo: tentar as manobras que aprendemos com o Chaves.

A “volta ao mundo” era moleza, mas o “pêndulo” eu nunca consegui.

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Relembre os produtos da marca Chambourcy

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Quando se pensava em iogurte, havia duas opções: Danone, da própria Danone, e o Chambinho, que pertencia à Chambourcy. A marca, na realidade, vinha com o selo da Nestlé.

A multinacional lançou a linha Chambourcy de Refrigerados em 1973, porém, em 1995, todos os produtos passaram a adotar apenas o nome Nestlé. Ou seja, a maioria dos sabores ainda existe, mas os rótulos deixaram saudade.

Confira algumas lembranças:

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