As semelhanças entre Taffarel e Alisson

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Mais um goleiro formado no meu Internacional é o camisa 1 da Seleção Brasileira. Quando recordo de Cláudio André Taffarel, percebo várias semelhanças entre Alisson Becker e ele.

O tetracampeão é de Santa Rosa, enquanto que a muralha de atualmente nasceu em Novo Hamburgo. Gaúchos que passaram por todas as categorias alvirrubras até se tornarem ídolos.

Taffarel atuou 252 vezes pelo profissional do Inter, entre 1985 e 1990. Embora frequentasse os treinamentos no Beira-Rio desde 2008, Alisson disputou 101 partidas no time principal entre 2013 e 2016.

Ambos fizeram a estreia na Seleção com 23 anos e bem. Taffarel apareceu pela primeira vez na vitória brasileira sobre o Canadá por 4 a 1, em 10/8/87, pelo Pan de Indianapolis. Alisson, por sua vez, brilhou nos 3 a 1 diante da Venezuela, em 13/10/15, pelas Eliminatórias.

Com exatamente a mesma idade, os dois deixaram o Colorado e assinaram com clubes italianos. Em 1990, Taffarel migrou para o Parma; em agosto, Alisson fechará o gol da Roma.

Como preparador de goleiros da Seleção, Taffarel foi quem bancou Alisson, assegurando ao técnico Dunga que havia um novo titular inquestionável para a posição. A nossa torcida é para que siga repetindo os feitos do antecessor.

A seleção canarinho está carente de craques com o nível daqueles de outrora. No entanto, se toda grande equipe começa com um grande goleiro, podemos ficar tranquilos com o trabalho dos dois gaúchos lapidados na beira do Guaíba.

Obrigado, Taffarel! Sai que é sua, Alisson!

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Foto: Rafael Ribeiro/CBF



Vídeo: Smooth Criminal, de Michael Jackson (ao vivo)

Perfeição!

Creio que seja o melhor adjetivo para definir a coreografia de Michael Jackson para a música Smooth Criminal. A minha preferida. Não dá nem para piscar.



Quando descobri que a Vovó Mafalda era homem

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Chega uma fase da vida em que devemos encarar o mundo real. É o momento no qual descobrimos que Papai Noel não existe, que os bebês não vêm da cegonha e, por fim, que a Vovó Mafalda, na realidade, era vovô.

O curioso é que sabíamos da Roberta Close, porém não desconfiávamos da Vovó Mafalda nem mesmo quando ela levantava o vestido e exibia as pernas peludas enquanto cantava Tumbalacatumba Tumbatá.

Além de participar do programa do Bozo, a Vovó ganhou atrações próprias no SBT: Dó Ré Mi (um show de calouros infantis) e a Sessão Desenho. Inclusive, lançou vários LPs próprios.

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Certa vez, assisti a uma entrevista com Valentino Guzzo, um dos gigantes da história da televisão. Reparei que a voz dele soava-me familiar. Até que veio a revelação. Era aquele senhor quem usava o nariz de morango. Caçarola!

O cara fez de tudo: ator, contra-regra, produtor e diretor. Além do SBT, atuou na TV Tupi, Excelsior, Record e Paulista, sendo responsável por programas de Silvio Santos, Chacrinha, Bibi Ferreira, Flávio Cavalcanti, entre outros.

Certa vez, meu pai promoveu um show na praia de Cidreira e Beth Guzzo era uma das atrações. A filha de Valentino veio acompanhada da mãe Cleuza, que possui um astral contagiante. Quem as conhece percebe de onde vinha a alegria da Vovó.

Valentino partiu em 1998, aos 62 anos. Na época, era um dos produtores do Ratinho. Em qualquer homenagem, os colegas falam com muito carinho e saudade do intérprete da vovó que tanto nos fez mais felizes.

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Os 10 chocolates que mais deixaram saudade

Para os chocólatras saudosistas, o retorno do Lollo, após um tempo rebatizado de Milkybar, foi motivo de comemoração. No entanto, algumas barras bem que poderiam retornar às prateleiras. Por exemplo:

1 – Surpresa

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2 – Turma da Mônica

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3 – Aerado

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4 – Guarda-chuva

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5 – Cad Lac

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6 – Cigarrinhos Pan

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7 – Quik

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8 – Personalidades Garoto

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9 – Chocolápis

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10 – Bolas de futebol

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