Caiu a ficha? Ou caiu o 3G?

Lembra da última vez que você utilizou esse objeto? No tempo dos orelhões e das fichas telefônicas, a comunicação não era nada instantânea.

Depositava-se tal moedinha para obter o direito de tagarelar por cerca de três minutos. Não havia perdão. Ou se inseria outra ou o papo era abruptamente cortado antes do “boa noite” ou do “também te amo”. Porém, nada mais desagradável do que os orelhões que comiam as fichas. Por vezes, tapas e sacudidas resolviam o problema.

É preciso esforço para localizar algum telefone público nas cidades. Servem para deleite de vândalos. Se a campânula estiver intacta, é lucro. Mais ainda se o aparelho não tiver sido furtado.

Um celular pré-pago traz a lembrança de falar com tempo cronometrado. O pós-pago da mesma forma. O famoso “fale grátis por tantas mixarias de minutos” é capaz de provocar contas quilométricas no fim do mês.

A herança foi a expressão “caiu a ficha”, fato que acontecia quando completava a ligação. Até hoje, o termo é utilizado – até por quem nunca a usou – para definir o momento no qual as pessoas assimilam algo.

Como atualizar a frase? Ninguém mais usa fichas na era na qual o que cai é o 3G. Já sei! Moderno agora seria dizer: ficou azul no WhatsApp!



Saiba quem é Alda Meneghel, mãe de Xuxa!

Quando escrevia para o site O Fuxico, uma das notícias que eu não gostava de redigir era sobre o estado de saúde de Alda Meneghel. Sempre soube da importância que ela tem na carreira de Xuxa e do amor entre as duas.

Se você voltar no tempo e assistir a uma reprise do Xou da Xuxa, verá o nome de Aldinha nos créditos finais. Foi ela, por exemplo, que criou o uniforme das paquitas e costurava as peças usadas pelas loirinhas.

Dona Alda foi também professora de artes. Por esse motivo, na Fundação Xuxa Meneghel, que existe há 27 anos no Rio de Janeiro, existe o Espaço das Artes Alda Meneghel. Uma justa homenagem na área onde acontecem as oficinas para as crianças assistidas pela organização.

Uma mãe presente nos trabalhos e projetos de Xuxa, além de melhor amiga e incentivadora. Recordo uma história que a apresentadora contou sobre os tempos de modelo e que Alda, certa vez, tirou a calça jeans do corpo porque a única que a filha tinha não havia secado a tempo para um ensaio fotográfico.

Quando estava para nascer, os médicos avisaram que seria um parto de risco. O pai de Xuxa fez a promessa de mudar o nome da filha de Morgana Sayonara para um nome religioso. Assim, a quinta filha foi batizada de Maria da Graça e cresceu sendo a que mais paparicava a mãe.

A matriarca da família Meneghel está com 79 anos e sofre com o Mal de Parkinson desde 2001. Xuxa sabe que possui milhões de pessoas que estão do lado dela enviando energias positivas, como este humilde jornalista, que ela não conhece, mas que se identifica com essa eterna relação de amor.

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Escola de samba do RJ quer homenagear Chaves

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Carnaval é alegria. Sendo assim, nada mais justo do que homenagear na avenida aquele que tanto nos deu motivos para rir. É possível que a obra de Chespirito desfile na Marquês de Sapucaí. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (30) pelo jornalista Flávio Ricco.

A Acadêmicos de Santa Cruz está fazendo contatos com a família do intérprete do Chaves e também com a Televisa para que esse seja o enredo da escola para o Carnaval de 2017.

A agremiação não integra o grupo especial. Mesmo assim, seria muito bacana ver a vila e todos os personagens na versão carnavalizada. No desfile deste ano, a Santa Cruz amargou o décimo segundo lugar no Grupo A.

Já estava na hora da maior festa brasileira render o agradecimento ao gênio mexicano. Ninguém teve a ideia antes ou será que o tema não se adequaria num evento com transmissão exclusiva da Globo? Embora, em 2011, a emissora tenha exibido a Tradição homenagear Silvio Santos com diversas estrelas do SBT como destaques nas alegorias.

A torcida é para que a Santa Cruz defina Roberto Gómez Bolaños como enredo. Quisera eu ser o carnavalesco. O presidente da escola, por enquanto, nega a negociação, segundo o site Carnavalesco.



O Iguatemi faz parte da minha vida

Um shopping localizado próximo de onde moro, na zona norte de Porto Alegre, e que inaugurou seis meses depois que eu nasci. Conhecer a expansão do Iguatemi é como revisitar a minha infância.

Em todos os 33 anos de história, por exemplo, as crianças aguardam pela decoração de Natal do shopping. Na foto acima, de 1987, apareço bem ao centro, de camiseta azul, conversando com a mãe. Naquela ocasião, houve até neve artificial para completar os efeitos. Puro encantamento!

No ano seguinte, a Turma da Mônica fez show em plena praça de alimentação, localizada no mesmo lugar até hoje. Lembro também das vezes em que eu chorava copiosamente para cortar o cabelo com a tia Elony, no salão que havia no interior da antiga loja Alfred. Creio que Petiskeira, C&A e Safira sejam as únicas que seguem no mesmo lugar desde a década de 80.

Antes das primeiras ampliações, foi no estacionamento de frente à Túlio de Rose que aprendi a andar de bicicleta sem rodinhas. Aos domingos, é claro, quando o shopping não abria. Aliás, o mesmo lugar onde, em 1996, houve uma temporada do Playcenter, com direito ao onipotente e temível kamizake, a novidade da época.

Uma atração que permanece ao longo das três décadas é o relógio d’água. Quem nunca perdeu alguns minutos observando e tentando compreender o funcionamento daquela engenhoca bolada por um francês? O ápice é nas horas cheias, quando os 250 litros daquele líquido verde despencam. Para quem gosta de física, é uma aula sobre vasos comunicantes.

A novidade 2016 são os 110 novos espaços para lojas e serviços, que devem gerar cerca de 2,5 mil empregos. Assim como cada um de nós, os antigos frequentadores, o Iguatemi segue crescendo e evoluindo.

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