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Pica-Pau vira filme e com atriz brasileira

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Desde a década de 40, o Pica-Pau diverte as crianças. Em outubro de 2017, o pássaro está de volta e na versão cinematográfica.

A Universal Pictures anunciou que as filmagens já começaram em Vancouver, no Canadá. Pica-Pau vai contracenar com atores reais, entre eles Thaila Ayala, que será Brittany, namorada do vigarista Lance Walters (Timothy Omundson).

A sinopse é simples e lembra os antigos desenhos do personagem. Lance estará determinado a construir a casa dos sonhos, mas, para isso, terá que derrubar a casa de Pica-Pau em uma luta que não será fácil.

A foto acima é da nova versão. Espero que a dublagem seja marcante como foram as de Olney Cazarre e Garcia Júnior, que marcaram a nossa infância.



O programa adulto preferido da criançada

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O erotismo na televisão brasileira ainda se apresentava de forma discreta na virada para a década de 90. Quem quisesse ver peitinhos ou rabicós precisava ficar acordado até bem tarde. A Band exibia o Cinê Privê; o SBT, o Cocktail.

Em nível máximo de safadeza e canastrice, Luiz Carlos Miele conduzia o programa acompanhado das garotas tim-tim. Cada uma simbolizava uma fruta. Engana-se quem pensa que mulher fruta é invenção recente. Cocktail estreou em 1991 e ficou no ar por apenas um ano.

Como a maioria das crianças da época, assistia escondido. Fingia que ia dormir e ligava bem baixinho a minha Telefunken. Eu tinha apenas 9 anos e pouco me importava se as mulheres eram tias demais para mim.

Cocktail é a versão do italiano Colpo Grosso e gerou polêmica quando foi lançado. Na intervalo, rodava a vinheta: “tutti-frutti, tutti-frutti, tutti-frutti” e tcharãn: as meninas desabotoavam a roupa e exibiam suas encurvaduras jamais siliconadas, uma vantagem da época.

O programa conseguia distinguir a sensualidade da pornografia. De tempos para cá, ficou possível notar seios à mostra a qualquer hora do dia e, na maioria das vezes, com vulgaridade.

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O que aprendi com Rosane Marchetti

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Nunca fui colega de trabalho de Rosane Marchetti. Infelizmente. Ela sequer deve lembrar de mim. Entretanto, posso dizer que aprendi com essa jornalista que é referência no Rio Grande do Sul após 31 anos de RBS TV.

Em 2002, quando eu estava no primeiro semestre da faculdade, precisei realizar um trabalho para a disciplina de Introdução ao Jornalismo. A tarefa consistia em visitar algum programa de rádio ou televisão e gravar os bastidores. Escolhi o Jornal do Almoço.

Subi o morro Santa Tereza acompanhado dos colegas Leonardo Bastianello e Jonatan Escobar. Já chegamos com a câmera ligada para filmar os corredores. Quem encontramos primeiro foi Paulo Borges, que, na época, fazia a previsão do tempo. Pediu-nos desculpas por estar com pressa e não poder conversar conosco, enquanto se servia de café na máquina em frente ao estúdio.

Senti que daria tudo errado e que ninguém nos daria atenção. Mesmo assim, fomos até o camarim onde a Rosane estava se produzindo. Com uma simpatia fora do comum, não se importou em dar um depoimento sobre a profissão e a rotina dela. Aliás, pediu para que a funcionária desligasse o secador de cabelos para que não comprometesse o áudio.

Guardo com carinho o que ela me disse e adoto até hoje:

“Se tu passares todos os dias pela mesma rua, teus olhos precisam estar treinados para sempre encontrar algo de diferente nela. Isso vai fazer de ti um grande jornalista”, aconselhou.

De lá para cá, não a reencontrei mais, embora aparecesse diariamente na TV ao lado de Cristina Ranzolin. Mesmo depois do período afastada para cuidar da saúde, Rosane, indiretamente, seguiu dando grandes aulas.

Uma rica lição de que fazer jornalismo é saber contar boas e reais histórias. Começo, meio e fim. Com o coração sintonizado na alma do telespectador, assim como na reportagem do Globo Repórter de sexta-feira passada (17), que marcou a despedida dela da emissora.

Não sei qual o destino da Rosane a partir de agora. O que asseguro é que seguirá sendo exemplo de excelência profissional, além de uma guerreira que não sairá do coração dos gaúchos independente da canopla do microfone.

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Relembre os 12 melhores vilões de Rubén Aguirre

No dia em que lamentamos a morte de Rubén Aguirre, intérprete do professor Girafales, selecionei outros personagens com os quais o ator nos divertiu nos episódios de Chapolin. São eles:

1. Porca Solta (um louco que escapou do manicômio e por isso agride todos aqueles que falam perto dele)

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2. Nenê (também chamado de Shory, é um bandido que aparece em alguns episódios junto de Tripa-Seca e Tonhão)

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3. Poucas Trancas (criminoso capturado pela união de Chapolin e Super Sam)

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4. Matadouro (também chamado de Malote, é o pirata mais cruel depois de Alma Negra)

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5. Shory Ventrilouco (golpista que manipula o Boneco Sinforoso)

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6. Pancho (robô criado para serviços domésticos)

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7. Cientista Louco (sonhava em fazer o transplante de cérebros)

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8. Gigante (aparece na encosta do precipício da cabana para pegar Chapolin)

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9. Symbato Yamasaki (carateca que luta com Chapolin no episódio do honorável medidor de luz)

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10. Falsa Múmia (queria dar um susto na guia do museu como vingança por ela ter rompido o noivado)

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11. Árabe (guia turístico que impede a entrada de Chapolin na pirâmide)

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12. Mercenário (golpista que se passa por tio para tentar arranjar um casamento milionário)

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