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Rider relança chinelo de sucesso nos anos 80

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Um clássico está de volta aos pés. Os chinelos Rider com tira única, larga e macia é a novidade para marcar os 30 anos do produto da Grandene.

Nunca esqueço do comercial: “Rider, dê férias para os seus pés!”.

Costumo dizer que o Rider foi um grande educador, uma vez que as mães daquela época diziam aos filhos em tom ameaçador: “o chinelo vai cantar”. A chinelada de Rider impunha respeito. Ainda mais a de número 44 do meu pai.

Por enquanto, essa confortável e conhecida linha da Rider estará nas lojas online da Void, Homegrown, Cartel, Storvo e Guadalupe, a partir de R$ 79,90.

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Relembre 11 produtos lançados pelos Trapalhões

Didi, Dedé, Zacarias e Mussum fizeram sucesso na televisão e também no licenciamento de produtos. Separei uma lista de objetos inesquecíveis com a marca dos Trapalhões.

1. Copo com tampa

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2. Copo (promoção Pepsi)

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3. Camisetas

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4. LPs

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5. Álbum de figurinhas

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6. Filmes

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7. Gibis

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8. Brinquedos

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9. Bonecos

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10. Conga

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11. Iogurte

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As garrafinhas da Coca-Cola

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Esse era o melhor enfeite da casa da vó Ninha. As minigarrafinhas. Difícil apenas observá-las de longe. Lendas rondavam aquele minúsculo engradado da Coca-Cola.

A principal delas é a de que, em vez de refrigerante, havia veneno. A justificativa da vó foi convincente:

– O líquido mata os mosquitos. Por isso, as garrafas ficam aqui na instante.

Atiçou ainda mais a curiosidade. Queria apenas abrir para ver como era. Sendo Coca ou não, jamais beberia o conteúdo. Pensava que poderia estar com o prazo de validade vencido. Vai saber?

A solução era brincar escondido. Certa vez, resolvi tirar a tampa e solucionar de vez o mistério. Vinha muito grudada, por isso a necessidade de quebrá-la. Com bastante força, arranquei a ponta daquele diminuto recipiente. Decepcionante. Nada além de uma tinta preta revestia o vidrinho por dentro.

Não havia bebida nenhuma. Dizem que as mais antigas continham Coca de verdade. Arranjei Super Bonder, colei a tampa e devolvi ao lugar sem que ninguém desconfiasse.

Entendi que a história do tal veneno tratava-se de uma desculpa esfarrapada para que eu não brincasse com as garrafinhas e, por conseguinte, não as derrubasse. Mesmo tendo perdido a graça, houve um dia em que a vó me pegou no flagra.

– Não mexe aí. É para matar os mosquitos!

Respondi na lata:

– Só se for de vergonha!

Tadinha. Morreu sem nunca saber o que eu queria dizer.



Você colecionou os ioiôs da Coca-Cola?

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Não vejo crianças brincando com ioiôs em nenhum lugar. Vou além. Não encontro sequer lojas que os vendem. Nos anos 80, coube à Coca-Cola resgatar essa mania.

Foram lançados ioiôs de todas as marcas da companhia. Nunca consegui fazer a coleção, mas deslizei o verde do guaraná Taí por muitos anos. Era preciso juntar 5 tampinhas e mais alguns cruzeiros para trocar pelos ioiôs.

O mais barato era o Profissional, com laterais brancas. Havia também o modelo Super, de laterais transparentes, o mais cobiçado. O objetivo era o mesmo: tentar as manobras que aprendemos com o Chaves.

A “volta ao mundo” era moleza, mas o “pêndulo” eu nunca consegui.

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